sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Words Challenge 2018 - John Smith

Olá amores!


Nesse Words, a Pam do Interrupted Dreamer me sugeriu ou o Rei Arthur ou Lancelot como inspiração. Confesso que foi bem difícil não me inspirar no meu livro favorito sobre essa temática que foi "Sonhos de Avalon" da minha querida Bianca Briones (se você ainda não conhece a obra, clique AQUI para ler a resenha completa), então ela me fez um favor e me deixou trocar pelo John Smith da Pocahontas. O que acham? Espero que gostem! Ah, e as palavras são as seguintes: medo, doce, lábios, verruga, dourado e importa.



Words Challenge 2018 - John Smith


"Invadir territórios até então inexplorados pode ser algo perigoso. Não sabemos o que iremos encontrar e nem quais serão as próximas instruções. Já vi muitos desastres naturais e massacres acontecerem por imprudência e arrogância do ser humano. Porém, o que eu não esperava era ser salvo por um desses povos que teriam tudo para nos odiar.

Foi com ela que aprendi o que é bondade, generosidade. Altruísmo. Abnegação. O medo que senti naquele dia em que quase fui morto se dissolve ao lembrar dos longos e brilhosos cabelos que emolduram os olhos negros e lábios avermelhados. Lábios tão doces quanto um doce de morango. Ela me deu esperanças e é por ela que estou aqui. 

Seja grato, John. Minha consciência sussurra nos meus ouvidos e é isso que conduz minha vida após conhecê-la. Gratidão e esperança de um mundo melhor, com mais respeito e paz. Eu continuo fazendo explorações, mas não porque gosto ou aprovo o estilo de vida. É por Pocahontas, pois com ela aprendi a respeitar o outro e que ser diferente não é algo negativo. O desconhecido pode assustar, mas não importa... Não mais. Hoje, vou proteger aqueles que não tem a coragem que a minha índia teve. 

Vejo um dos meus companheiros de viagem brigar por um material dourado de valor. A verruga em seu nariz o deixa mais assustador do que é. Dou um longo suspiro e penso o quão burro ele é por valorizar algo tão pequeno e ínfimo quanto ouro. Ele deveria conhecer o amor. Aí sim acredito que seria plenamente feliz, como um dia eu fui. Com ela. Com minha Pocahontas. Minha corajosa índia que um dia terei o prazer de rever."




E o que acharam? Deixem seus comentários e dicas para os próximos textos, vamos adorar saber!

- Alessandra Salvia

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Shawn Mendes Book TAG

Olá amores!

Quem ama Shawn Mendes por aqui? Ele faz o estilo dos crushs literários, não é mesmo? E para tornar esse post ainda melhor, vamos misturar suas músicas com nossos amados livros. Ah, conheci a TAG pela Luiza do Balaio de Babados e pela Tami do Meu Epílogo (criadora do banner abaixo), porém sintam-se a vontade para respondê-la também!



Mercy → livro/personagem que não teve pena do seu coração (seja suspiros ou sofrimento):

Chorei feito um bebê e só de lembrar, meus olhos marejam.

Treat You Better → livro que merece um maior reconhecimento:


Ninguém fala da melhor obra do John, porque todos estão preocupados demais em chamá-lo de clichê
ou então em dizer que ACEDE desgastou o autor.

Stitches → livro que você emprestou e voltou irreconhecível:


Voltou irreconhecível? Voltou invisível, porque até hoje não o encontrei...

I Know What You Did Last Summer → personagem com passado conturbado:



Logan tem um passado conturbado e pesado.

There's Nothing Holdin' Me Back → livro que você devorou:



Meu primeiro contato com a Sarah foi maravilhoso!

Nervous → personagem nervosinho:



Reed Royal. Ou melhor dizendo, todos os irmãos Royal.
Lost In Japan → livro que te deixou perdido no começo da história:


Confuso é pouco, rs. De início, fiquei perdida! rs
In My Blood → livro que você levará para sempre:


Meu primeiro livro de leitura beta e para completar, meu nome está na orelha do livro.

Youth → livro que remeta sua infância:


Clássicos... Cresci lendo!

Bad Reputation → livro que parecia ser ruim, mas foi bom:



Depois do final de Will, muitos ficaram com o pé atrás, mas eu gostei muito dessa continuação.

E o que acharam? Qual a música/livro preferido de vocês? Deixem seus comentários!!!

- Alessandra Salvia

domingo, 16 de setembro de 2018

Série: The Resident

Olá amores!

Como vocês estão? Hoje, decidi falar sobre a minha queridinha do momento: The Resident que foi exibida pela FOX aqui no Brasil.



A primeira temporada está concluída e já houve renovação, esse mês mesmo teremos episódios inéditos. Só que agora, vamos falar sobre essa season 1 maravilhosa! 



Primeiramente, quem aqui ama uma série de médicos? O Dr. Conrad Hawkins é um charmoso, arrogante e habilidoso residente senior que juntamente com seu residente idealista, Dr. Devon e a enfermeira Nic enfrentam difíceis situações para salvar vidas. O grande problema, que além de decisões complexas e inteligentes, é necessário lidar com os erros médicos e as limitações administrativas de um hospital particular.

De primeira, você até pode confundir com Grey's Anatomy ou E.R. por ser um drama e cada episódio ter um caso clínico diferente, mas as problemáticas apresentadas ao telespectador são bem diferentes. "The Resident" traz o conflito moral e ético para seus plots. Conseguimos enxergar que um hospital particular pode sim salvar vidas, mas também tem como principal objetivo o lucro. E como os profissionais do ramo lidam com esse controle absoluto? Pois, se pararmos para pensar, um simples raio-x gera custos e esse embate com os planos de saúde não são fáceis de solucionar. Além dos fatais erros médicos que podem destruir pacientes, famílias e impactam diretamente na imagem e no psicológico dos médicos.



É uma série para se emocionar, para refletir e se viciar. Não é o tipo de enredo que te deixa cansada e sim que você precisa ver mais e mais e mais. É realista e traz esperança por mais que nem todos os pacientes consigam se curar! Tem cenas fortes para quem não pode ver sangue e cenas fofas com doguinhos animando crianças com câncer. *-*

Há também o romance entre Conrad e Nic, o que faz a gente se envolver ainda mais com a trama. É delicado e intenso. Não precisa de beijos ou cenas de sexo, apenas um toque de mãos ou um olhar já diz muito. A química dos personagens é ótima e algo que eu gosto muito na dinâmica de casal  é o quanto eles se completam, mesmo distantes. Acontecerão alguns atritos e decepções, porém há confiança no trabalho do outro. Essa 'entrega' é algo bem significativo quando nos deparamos com os casos apresentados, eles sabem do potencial deles e o trabalho em equipe torna-se fluído e interessante de assistir. Além do que, é sexy, pois Conrad é um daqueles crush's impossíveis de ignorar. E quanto mais arrogante, mais a gente gosta, porque ele pode ser o que quiser já que tem a inteligencia e a beleza necessárias de protagonista, rs. 



Outro personagem que quero destacar é a Dra. Mina que com sua excentricidade nos conquista! Ela é tão verdadeira e representa a luta de mulheres, negras e estrangeiras em um país tão complexo quanto os EUA. Seus diálogos até possuem um humor negro, só que não incomodam. Ela brilha com sua personalidade e perspicácia.



A presença de um vilão forte e contraditório também impacta o telespectadorDr. Bell consegue nossa antipatia logo na primeira cena do episódio piloto e no decorrer da temporada o ranço só aumenta. E o que falar da união de Bell com a Dra. Lane, uma especialista em oncologia? Achei muito boa a forma como essas pessoas podem ser heróis para um e a ruína de outros, me questionei a todo momento o que torna um médico confiável ou correto em seu diagnóstico? 

Desta forma, digo a vocês que não apenas o roteiro envolvente como também os personagens (principais e secundários) fazem de "The Resident" uma série sensacional com grande potencial para o futuro da TV norte americana, afinal, após vários cancelamentos e finalizações, sinto falta de uma série semanal de qualidade para assistir. Venha se emocionar com Corand, Nic e Devon, os episódios estão disponíveis no NET NOW.

Minha Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ (5/5) - Maravilhosa!

- Alessandra Salvia

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Setembro Amarelo: Suicídio

Olá amores!

Hoje o papo é sério e espero que, para muitos, seja relevante. Sei que muitas visualizações serão apenas para fofoca, mas eu decidi que não vou me incomodar com isso. Não hoje. Não agora. Não quando eu posso fazer a diferença na vida de alguém. Então vamos falar um pouco sobre a temática do mês: o suicídio.  


Tomei a decisão de me expor, não para gerar pena ou desabafar. Decidi porque você aí do outro lado pode estar passando por uma situação parecida e estar perdido (como um dia eu fiquei) é normal. Se você não sabe, meu pai morreu há alguns anos. E por muito tempo eu não falava o verdadeiro motivo para não ter que me explicar ou até mesmo por vergonha, não vou mentir (mesmo as pessoas comentando por trás, já que foi o que mais aconteceu, enfim... vamos voltar ao que interessa). Meu pai teve depressão. Uma depressão tão forte que em menos de 6 meses, ele cometeu o suicídio. Se eu sabia que ele tinha problemas? Sim, sabia. Se ele fazia acompanhamento com psicólogo? Sim, fazia. Mas ele não acreditava estar doente, porque não tinha nenhum sintoma físico, o que provavelmente o fez não seguir as recomendações médicas. Mas... E eu? O que eu podia fazer? Eu podia ter ajudado?

Na época, eu não tinha informação, não sabia como agir. Fiz aquilo que achava certo, tentei ao máximo mostrar meu amor incondicional, aquele amor cheio de admiração e orgulho, porém eu também estava me despedaçando e não conseguia aceitar que o meu pai, o meu porto seguro, estava fragilizado. Eu duvidava do seu amor por mim e até mesmo sobre quem eu era! Incrível dizer, mas era isso mesmo. Ele se depreciava e me depreciava por consequência. Eu vivi os piores momentos da minha vida em cada crise dele. Eu vi e ouvi coisas que as pessoas jamais deveriam. E me dói muito dizer que apenas depois da sua partida eu tenha entendido o que a depressão faz com as pessoas. 

Não era ele. Era a doença. Só que infelizmente, eu não consegui ajudar mais. Minha família mesmo não ajudou mais, porque também não sabia com o que estava lidando. A pedido do meu próprio pai, tudo era escondido, tudo era segredo. Sentíamos que estávamos no meio de um furacão, sem direção, sem certo ou errado. Em um momento a pessoa sorria e brincava, no outro se fechava e afastava tudo e todos, como isso poderia ser depressão? Eu não sabia que existiam altos e baixos, eu não sabia mais o que fazer para ajudar! Que Deus e meu pai me perdoem. Eu errei, pensei o pior ao invés de tentar ser mais presente. Se eu acho que isso mudaria algo? Às vezes sim, às vezes não, nunca saberemos o que poderia ter acontecido, só me apego ao diagnóstico do psicólogo para entender todo aquele turbilhão se sentimentos e decisões.


Antes, eu era uma adolescente despreocupada, eu só estudava, tinha um namorado e amigos na fase de sertanejos noturnos... NUNCA pensei que algo assim fosse acontecer comigo. Só que aconteceu e tudo mudou. Hoje, quero ajudar você que talvez esteja passando por uma situação igual a minha. Sei, melhor do que ninguém, que você aí também precisa de força, afinal, é muita responsabilidade e não precisamos lidar com tudo sozinhos.

Ter alguém próximo com depressão é complicado, porque muitas vezes ele não terá a consciência para ver que você permanece ali, firme ao seu lado. Então, infelizmente, você vai ouvir coisas que machucam. Você vai sofrer. Você vai ficar irritado. Você vai querer jogar a toalha para o alto. Isso é normal. O que faz a diferença é você ficar. É se manter presente e sua recompensa será o amor e mais momentos valiosos ao lado de alguém que poderia nem estar vivo. Um segundo faz a diferença e vale taaaanto a pena... Trocaria tudo por um único momento com meu pai novamente.


Para o outro, está difícil acordar de manhã e muitas vezes, uma mensagem de bom dia pode sim ajudar. Mostre que se importa. Demonstre. Pare de colocar a culpa na correria do dia a dia. Ligue. Abrace. Diga “eu te amo”. Seja o tipo de pessoa que você quer ter por perto. Entenda que esse mundo não existe competição de quem sofre mais ou de quem está mais “ferrado”. Valorize. Ajude. Estenda a mão ao outro sem segundas intenções.

É importante conscientizar as pessoas para elas pedirem ajuda? Sim. É sim. Mas é imprescindível conscientizar o outro que ele precisa ajudar

Estou postando isso hoje, não apenas pelo setembro amarelo. Mas também porque seria aniversário do meu pai. Dia 14 de setembro. E acho que ele ficaria orgulhoso de ver quem eu me tornei. Alguém que aprendeu a olhar para o lado e reconhecer que ninguém vive sozinho. 


Pai, eu quero fazer a diferença nesse mundo. Eu quero que sua história seja um exemplo de amor e não de tristeza ou rancor. Feliz Aniversário. ❤️ 


P.S.: E se você está passando por um momento triste, de desespero, de angústia... Não é um clichê dizer que você não está sozinho. Você realmente tem com quem contar só não consegue ver isso com clareza no momento. Lembre-se de uma frase que meu pai falava para mim: “tudo acaba bem, se não está bem é porque ainda não acabou”. Vamos à luta! A vida é bonita demais para você se deixar levar pela escuridão. Você REALMENTE não está sozinho. 

Número de auxílio a depressão: 188. A ligação é gratuita.



- Alessandra Salvia

terça-feira, 11 de setembro de 2018

TAG: James Bay Book Tag

Olá amores!


Conheci James Bay por 'Hold Back The River', mas ele é um cantor muito maior que esse hit e quando a Priih do Infinitas Vidas me indicou a TAG criada por ela mesma, eu fiquei muuuuuito feliz! Então, bora misturar duas paixões? Música e livros!
james bay book tag
Wasted On Each Other - Aquele casal cujo romance foi cheio de altos e baixos.
Resenha AQUI.

Pink Lemonade - Um livro que te decepcionou.
Não sei se vocês gostariam da resenha da obra, mas ela não foi o que eu esperava, então acabei nem comentando mais sobre.

Wild Love - Um livro pelo qual você se apaixonou completamente.


Resenha AQUI.

Us - Um livro com uma mensagem inspiradora.


Resenha AQUI.

In My Head- Aquele livro cujo final te deixou refletindo por dias.


Não apenas o final, mas todo o livro. Que forte! Resenha AQUI.

Just For Tonight - Um livro que você leu numa sentada.
Leitura deliciosa e emocionante. Resenha AQUI.


Wanderlust - Um livro ambientado em um lugar que você gostaria de conhecer.


Ainda não li, mas quero muito conhecer a Grécia!
I Found You - O livro mais desejado da sua estante.
AINDA não está na estante.

Stand Up - Um personagem que evolui durante a trama.


Lily passou por muitas provações e realmente evoluiu. Resenha AQUI.

Fade Out - Uma leitura que você abandonou.
Ouvi muitos elogios a Nana, mas ela não me conquistou. Linguagem pesada não me agradou em nada.


Slide - Um livro de um estilo diferente do que você costuma ler.
Estou começando a me aventurar no gênero fantasia e estou amando! Resenha AQUI.

AAAA, quanto amor!!! Gostaram? Vou indicar todos que são fãs do cantor e se você quiser conhecê-lo, corre para o Spotify!!! É maravilhoso!
- Alessandra Salvia

domingo, 9 de setembro de 2018

Filme: Sierra Burgess É uma Loser

Olá amores!


A Netflix vem lançando comédias românticas incríveis ultimamente e eu não posso deixar de falar do novo filme: "Sierra Burgess é uma loser" que estreou na sexta-feira passada. A obra é cheia de representatividade, sororidade e consciência.


A história é sobre uma garota totalmente fora dos padrões de beleza, que precisa se encontrar no mundo. Sierra (Shannon Purser) não liga para a moda, é inteligente e com pais famosos, vive a sombra deles. E após a troca de mensagens com um quarterback bonitão, ela percebe que ele, Jamey (Noah Centineo), acredita que ela seja a líder de torcida Verônica (Kristine Froseth).


O filme é gostoso de assistir e muitas vezes, me identifiquei com Sierra. Ela é uma garota normal de ensino médio que não tenta se adequar aos padrões e usa sua inteligencia a seu favor. Destaque para a cena do banheiro quando ela enfrenta Verônica para mostrar que os insultos não a atingem, porque ela pode não ser "bonita", mas a garota não é esperta, rs. Ok, nada justifica algumas atitudes da Sierra, mas ela se mostra humana. A protagonista erra, sabe pedir desculpas e não é o tipo de que fica se lamentando.

O filme é cheio de clichês? Talvez seja sim, mas a forma como ele nos é apresentado fez a diferença, porque há toques sutis de mudanças e mudanças necessárias. Veronica e Sierra se tornam amigas e essa sororidade é tãããão bem vinda! Se você não sabe o que é sororidade, acho válido de explicar. Esse é o novo termo para mostrar a solidariedade e amizade feminina, já que na maioria dos filmes adolescentes, as patricinhas, líderes de torcida são sempre mal humoradas, fúteis e insultam as garotas fora dos padrões e nesse aqui não. Veronica começa a conhecer Sierra e quer tê-la consigo. Quer algo mais incrível que isso?


E vou dar um spoiler, mas ele é algo que me agradou demais. É que o filme não foi politicamente correto, sabe? Jamey assume que se não tivesse conhecido Sierra como pessoa, não a olharia pelo físico. Gente, isso faz sentido, não é certo, mas é o que a maioria faz e nem admite! Por que sempre é a primeira impressão é aquilo que te define? TODOS nós somos mais do que aparentamos ser. E o legal é que todos os personagens mostram isso no decorrer da história. Cada um tem seu perrengue particular e quando nos é apresentada a verdade, há uma surpresa, enquanto não deveríamos nos surpreender. Estamos tão enraizados com aqueles padrões pré-determinados pelos filmes americanos/realidade que quando algo diferente assim acontece, a gente se obriga a pensar: quantas pessoas na nossa sociedade não são o que aparentam ser? Eu dei uma chance para 'fulano(a)' mostrar que é diferente da imagem que eu possuo dele(a)?

Sierra Burgess foi uma feliz surpresa. Acho que é um dos meus filmes preferidos, porque ele mexeu com minhas emoções. Na música final, do girassol, me deixou emocionada com a força das palavras. A protagonista se encontra e nos mostra que isso não quer dizer que ela precisa aceitar o que determinam dela. É mais que ter um namorado, é mais do que ser vista por um garoto, é sobre você se aceitar e saber aceitar o outro


O filme é uma comédia romântica deliciosa e que te deixará com um sorriso no rosto. Eu realmente espero que cada um absorva as mensagens que a obra passa e que não seja algo passageiro. Precisamos falar sobre Sierra Burgess, precisamos aprender a ser Sierra Burgess (não fazer o que ela fez, até porque ela mesma percebeu que foi uma mancada master, mas precisamos aprender qual é o nosso lugar no mundo e mostrar aos outros que podemos sim ser quem somos, sem julgamentos ou rótulos). 

Minha Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ (5/5) - Maravilhoso!

- Alessandra Salvia

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Words Challenge 2018 - Bruxa Má do Oeste

Olá amores! 

Pode parecer combinado, mas eu juro que não foi. Quando a Pam (do Interrupted Dreamer) me passou as palavras, eu já queria trazer a personagem Bruxa Má do Oeste para vocês, ou então a chamada Elphaba, porém com uma versão mais maléfica do Mágico de Oz mesmo, só que aí as palavras escolhidas (gravidade, brisa, violeta, tomada, suave, mar) bateram no meu coração e eu pensei: não posso deixar isso passar. Então hoje, a versão que trago para vocês é a de Wicked, principalmente para quem conhece a Defying Gravity. Espero que vocês gostem!


Words Challenge 2018 - Bruxa Má do Oeste

"Acho muito injusto ser a única da família que possui esse tom esverdeado na pele. Acho muito injusto ser classificada como bruxa má quando na verdade apenas tenho alguns conceitos diferentes do resto do mundo. Afinal, o que há de errado com ser diferente? 

Sinto que há uma voz presa dentro de mim. Meu peito dói com o esforço que faço ao conter esse impulso. Dor. Tristeza. Força. Sou tomada por uma energia sobrenatural chamada de magia antiga, algo esquecido e considerado amaldiçoado nos tempos de hoje, mas que é impossível ignorar. Chega suave, como a brisa do mar, mas é arrebatadora e sei que a explosão virá em seguida.

Vou desafiar a gravidade. Vou subir e vou descer. Vou sorrir e vou chorar. Vou ser quem eu nasci para ser. Independente de certo ou errado. Independente das regras. Eu sou assim e vou enfrentar o mundo para conseguir meu espaço.

Luzes violetas caem sobre mim. Pequenas estrelas. Sou eu a responsável por isso? Ou é o universo me dizendo que tenho o direito de usar esse poder a mim oferecido desde o nascimento e há tanto escondido? Sim... Eu sei que tudo vem com um preço, mas hoje não.

Hoje, eu vou desafiar a gravidade. E você não me deixará para baixo." 




AAAAAA. Confesso que ficou como eu gostaria que ficasse. Estou bem feliz com o resultado e espero os comentários de vocês para saber a opinião de vocês. Ah, e lembre-se de que o diferente é bom, o diferente deve ser respeitado.

- Alessandra Salvia