domingo, 30 de setembro de 2018

Livro: A Herdeira do Fogo - Trono de Vidro #3

Olá amores!

Eu disse que voltava com as resenhas da série Trono de Vidro e era verdade. Eu não desisti!!! E hoje, vamos falar um pouco sobre o volume 3, o chamado "Herdeira do Fogo" escrito por Sarah J Maas e publicado pela Galera Record.


Antes de mais nada, é importante dizer que a resenha vai ser dividida em duas partes: com e sem spoilers, ok? Acho que tenho muito a dizer mesmo para quem ainda não começou a ler a série, mas tem dúvidas por não gostar do estilo ou porque as obras são muito longas e sem um final ainda. Porém, caso queiram dar uma olhada nas primeiras resenhas que fiz, deixarei os links abaixo:




Sem Spoilers: 
Se você conseguir ler toda a série sem pegar nenhum spoiler, é o que eu recomendo, pois a escrita da Sarah sempre tem algo a mais para te surpreender e chocar. Ela não é o tipo de autora que enrola ou faz mais do mesmo. E olha que eu já li a série ACOTAR e agora estou resenhando o volume 3 da série Trono de Vidro hein? Sei do que estou falando. Os livros podem ser enormes, mas te garanto que tem conteúdo para sustentar cada capítulo. Sarah J Maas é um ícone quando se trata de criatividade e bom desenvolvimento, sua escrita é perfeita, ela não subestima o leitor em momento algum! Tudo é desenhado, colocado ali com algum propósito e se você ainda não entendeu os motivos, espere que no futuro descobrirá.

Eu sinto que a história evolui. Ela consegue traçar caminhos como a própria vida o faria. Os personagens não ficam na mesmice ou estão certos logo de início. Tudo é uma construção, percebemos os pontos de vistas e as fraquezas de cada um com a narrativa em terceira pessoa. Mesmo a protagonista, ela não é todo certa. Principalmente pelo fato de ser uma assassina. Acho incrível como as obras se tornam complexas pelo fato de não serem politicamente corretas e ao mesmo tempo proporcionar ao leitor uma reflexão moral, posso exemplificar isso com a questão do Rei de Adarlan e suas prisões, escravos e até mesmo missões que Celaena ganha no decorrer dos livros 1 e 2. 

Nesse volume, temos a introdução dos capítulos das bruxas e conheceremos melhor a Manon. Ainda não sei exatamente onde iremos chegar com a abordagem desses clãs, mas achei que deveria destacar aqui o motivo pelo qual esse livro não ganha nota máxima na classificação. Essa parte ficou um ponto solta na história, muitas vezes estávamos no ápice de algo acontecendo com Chaol, Dorian ou Celaena, mas tínhamos que quebrar esse clima com a Manon. Não que ela ou seu plot sejam chatos, só achei que poderia ser inserido de uma outra forma.



E é aqui que começo a parte COM SPOILERS, ok? Se você ainda não leu até o livro 2, peço que pare por aqui para não ter informações que talvez estraguem a experiência de leitura.

Se você está se perguntando se Chaol e Dorian iriam sumir após Celaena ser levada para uma missão longe do Rei de Adarlan, fique sossegado (a). Os capítulos continuam intercalados e saberemos quais rumos esses personagens tomaram. Destaque especial ao Dorian que me surpreendeu MUITO ao fazer questionamentos importantes a Chaol. Um capítulo específico abriu meus olhos em relação ao capitão da guarda e fiquei bem impressionada como tudo pode mudar ao aprofundarmos um pouco no que cada um acredita. 

Confesso que já tinha me decepcionado um pouco com a cara que Chaol fez quando descobriu o lado féerico de Calaena, mas tinha esperanças de que o amor pudesse falar mais alto. Uma pena... Porém, isso abriu meus olhos para eu conseguir aceitar a presença de Rowan. O tal Príncipe Rowan. Ai. Ai. Ai. (Ainda prefiro o Rhys de ACOTAR, mas Rowan pode ser beeeem interessante, rs). Só que preciso ser sincera e dizer que algo me incomodou muito de início, pois as atitudes de Rowan com Aelin foram muito infantis. Faltou conversa e muitas das coisas poderiam ser minimizadas se ele não fosse tão idiota. A sorte que a imbecilidade dele foi justificada com as mentiras e omissões de Maeve. 

E por falar em Maeve... UAU, dá para perceber o quanto esse enredo cresceu? Gente, vocês não tem noção da profundidade dessa história até se jogar nas obras. Faça isso sem medo que se surpreenderá. É uma série muito completa e que agradará muitos públicos diferentes, falo isso porque eu mesma não era uma fã de fantasias até conhecer Sarah J Maas.



Agora, me contem. O que acharam da dica de hoje? Conhece ou leem as obras? Querem ler? Deixei seus comentários!

Minha Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ (4/5) - Muito bom!!!

- Alessandra Salvia

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Uma Amiga Indicou: O que Resta de Mim

Olá amores!


Hoje é dia de coluna "Uma Amiga Indicou" e como esse mês tivemos o feriado de Independencia do Brasil a temática de deveríamos seguir era: livros publicados de forma independente e a Carolzinha do 'A Colecionadora de Histórias' me ajudou a escolher o "O Que Resta de Mim" como meta. Lembrando que nessa coluna, também temos a participação das meninas: Priih do 'Infinitas Vidas', a Carol do 'Caverna Literária' e a Pam do 'Interrupted Dreamer' e nesse mês fizemos um sorteio para a decisão ficar mais justa, rs.




Sendo assim, se você não conhece, "O Que Resta de Mim", vou te contar um pouquinho da história... É um romance escrito pela Thays M. de Lima que está disponível na Amazon e nos conta a história de Gabriela e Guilherme, ela uma garota que saiu de SP para fazer faculdade no RJ e ele um garoto meio mulherengo, mas com um ótimo coração e super família. 

De início, podemos ver os traços do clichê surgirem, ambos quebrados mas que encontram abrigo um no outro, mesmo após muitas discussões e diretas, afinal, Guilherme não é de meias palavras, se ele quer, ele corre atrás. Porém, o que a maioria não sabe é que a Thays nos trará uma história super pesada e intensa, o clichê se apresenta como algo necessário para aliviar e as problemáticas de cada personagem

Em diversos momentos, achei que estava lendo um livro da Cinthia Freire pelo rumo da obra e a pegada mais 'forte'. Gabi tem grandes traumas do passado e por mais que Guilherme também tenha sua dose de problemas, achei muito nobre da parte dele, abrir mão dos seus 'conceitos' para viver aquele amor e proteger sua garota. A construção do casal é bem gradual e por mais que tenhamos cenas mais 'quentes', tudo é muito bem desenvolvido e com motivo para acontecer de determinada forma.


Tive alguns problemas de enredo com a Gabriela, não nego que ela me irritou diversas vezes e por isso não dou 5 estrelinhas a obra, acho que foi muito imaturo da parte dela cobrar algo de Guilherme da maneira como tudo foi apresentado. Não tinha motivo nenhum para ela dar o 'piti' que deu! Mas ok. Tudo se resolveu. Nada do que uma boa dose de terapia para ajudar, rs. Sim, Gabi faz terapia e isso foi outro ponto que eu gostei, porque ela nos mostra que nada é fácil, podemos sim pedir ajudar para conseguir seguir em frente.

A obra não tem um final fechado, muito pelo contrário, ela acaba num ápice muito impactante e eu já emendei a leitura da continuação, a chamada "O Que Resta de Mim - Depois da Verdade". Esta, foi um pouco mais lenta que a anterior. Acredito que não precisávamos de tantos detalhes a mais para a obra ser satisfatória, porém respeito o enredo que a autora construiu. Os personagens precisavam daquele desenvolvimento para amadurecerem e terem então seu final feliz. Ou não, rs. Porque eu não posso dar spoilers. rs


Se eu recomendo a obra? Com certeza! É o tipo de livro que você devora, porque se apaixona pelos personagens! Julia e Milena se tornarão suas melhores amigas, Lucas e Rafael serão crush's maravilhosos!!!!!! A escrita da Thays é muito gostosa, fluída e dá para você se inserir naquele contexto facilmente, ainda mais com os capítulos alternados. Ah, preciso fazer algumas observações antes de finalizar a resenha, ok?

P.S.1.: Como esse povo come tanto no Outback sem trabalhar? HAHAHAHA;


P.S.2.: Vocês ficarão com vontade de comer cheesecake;

Sendo assim, não deixe de conferir os outros livros independentes que as garotas da coluna indicarão para nós, ok? Esse post tem selo: UMA AMIGA INDICOU!


Link de Compra - "O Que Resta de Mim" - AQUI;
Link de Compra - "O Que Resta de Mim - Depois da Verdade" - AQUI;

Minha Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ (4/5) - Muito bom!

- Alessandra Salvia

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Livro: Um Verão na Itália

Olá amores,


Como vocês estão? A resenha de hoje é de um livro bem delicinha, daqueles que você sabe que não vai te decepcionar, que aquece o coração e te deixa com o sorriso bobo no rosto: "Um Verão na Itália" da Carrie Elks, o livro 1 da série Irmãs Shakespeare, publicado pela Verus Editora.


Vale destacar logo de início que cada livro terá o foco em uma irmã, então não precisa ficar desesperado(a), pois é possível lermos separadamente e as obras terão final fechado, ok? Nesse momento, conheceremos a Cesca Shakespeare, uma roteirista que conheceu o fiasco após Sam Carlton desistir de ser o protagonista de sua peça teatral. Após duras críticas, Cesca desistiu de escrever e agora, 6 anos depois, ela ainda não conseguiu se adequar a nenhum emprego, não tem dinheiro para se manter e sua família não sabe dos perrengues da sua vida. 

Enquanto isso, Sam Carlton conquistou o sucesso em Hollywood e também nos sites de fofoca. Ambos se encontraram em uma típica e bela villa italiana e nem tudo será fácil, pois ambos precisam lidar com segredos e desilusões do passado para conseguirem seguir em frente



Já perceberam, né? O romance água com açúcar, clichêzinho, mas que com o toque certo de drama familiar e diálogos bem humorados faz você devorar cada capítulo! 

De início, confesso que sofri um pouco, pois não gosto muito de livros escritos em terceira pessoa, foi difícil me envolver com Cesca, pois a garota não me parecia forte ou emponderada, ela só reclamava e se entregava facilmente as situações, mas nããããão, desde de que aceitou o emprego e foi cuidar da villa na Itália, ela se transformou, ela enfrentou Sam, não abaixou a cabeça em momento algum, mostrou seus pontos de vista, pediu desculpa quando achou que devia, soube se posicionar em todos os momentos... Cesca me agradou demais!  

Já em paralelo a isso, temos Sam, que de início foi mais encantador. Gosto de como ele trata as mulheres, os seus pontos de vista e seu lado protetor sem exageros. O seu amadurecimento no decorrer do livro é notável e é o que me fez amá-lo

Agora, algo indiscutível é o cenário da obra. Já adianto que funcionaria perfeitamente como um filme a la sessão da tarde, tá? (Alô Netflix!) Porque temos os encantos da Itália muito bem descritos: paisagens, restaurantes (desde comida até os vinhos) e a cultura em si foi muito bem explorada. Gostei do fato da protagonista (inglesa) não saber falar italiano, fez sentido e tornou tudo mais real, apesar de querer vê-la em situações mais cômicas por conta desse detalhe, rs. 



Sendo assim, "Um Verão na Itália" não é perfeito. Tem problemas de narrativa no início, sinto que a autora demora um pouco para se encontrar, mas quando o faz é envolvente e fofinho. O livro cumpre seu papel e vou querer ler as outras obras sim, porque amo intercalar leituras mais pesadas com histórias leves e românticas. 

Minha Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ (4/5) - Muito bom!

- Alessandra Salvia

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Words Challenge 2018 - John Smith

Olá amores!


Nesse Words, a Pam do Interrupted Dreamer me sugeriu ou o Rei Arthur ou Lancelot como inspiração. Confesso que foi bem difícil não me inspirar no meu livro favorito sobre essa temática que foi "Sonhos de Avalon" da minha querida Bianca Briones (se você ainda não conhece a obra, clique AQUI para ler a resenha completa), então ela me fez um favor e me deixou trocar pelo John Smith da Pocahontas. O que acham? Espero que gostem! Ah, e as palavras são as seguintes: medo, doce, lábios, verruga, dourado e importa.



Words Challenge 2018 - John Smith


"Invadir territórios até então inexplorados pode ser algo perigoso. Não sabemos o que iremos encontrar e nem quais serão as próximas instruções. Já vi muitos desastres naturais e massacres acontecerem por imprudência e arrogância do ser humano. Porém, o que eu não esperava era ser salvo por um desses povos que teriam tudo para nos odiar.

Foi com ela que aprendi o que é bondade, generosidade. Altruísmo. Abnegação. O medo que senti naquele dia em que quase fui morto se dissolve ao lembrar dos longos e brilhosos cabelos que emolduram os olhos negros e lábios avermelhados. Lábios tão doces quanto um doce de morango. Ela me deu esperanças e é por ela que estou aqui. 

Seja grato, John. Minha consciência sussurra nos meus ouvidos e é isso que conduz minha vida após conhecê-la. Gratidão e esperança de um mundo melhor, com mais respeito e paz. Eu continuo fazendo explorações, mas não porque gosto ou aprovo o estilo de vida. É por Pocahontas, pois com ela aprendi a respeitar o outro e que ser diferente não é algo negativo. O desconhecido pode assustar, mas não importa... Não mais. Hoje, vou proteger aqueles que não tem a coragem que a minha índia teve. 

Vejo um dos meus companheiros de viagem brigar por um material dourado de valor. A verruga em seu nariz o deixa mais assustador do que é. Dou um longo suspiro e penso o quão burro ele é por valorizar algo tão pequeno e ínfimo quanto ouro. Ele deveria conhecer o amor. Aí sim acredito que seria plenamente feliz, como um dia eu fui. Com ela. Com minha Pocahontas. Minha corajosa índia que um dia terei o prazer de rever."




E o que acharam? Deixem seus comentários e dicas para os próximos textos, vamos adorar saber!

- Alessandra Salvia

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Shawn Mendes Book TAG

Olá amores!

Quem ama Shawn Mendes por aqui? Ele faz o estilo dos crushs literários, não é mesmo? E para tornar esse post ainda melhor, vamos misturar suas músicas com nossos amados livros. Ah, conheci a TAG pela Luiza do Balaio de Babados e pela Tami do Meu Epílogo (criadora do banner abaixo), porém sintam-se a vontade para respondê-la também!



Mercy → livro/personagem que não teve pena do seu coração (seja suspiros ou sofrimento):

Chorei feito um bebê e só de lembrar, meus olhos marejam.

Treat You Better → livro que merece um maior reconhecimento:


Ninguém fala da melhor obra do John, porque todos estão preocupados demais em chamá-lo de clichê
ou então em dizer que ACEDE desgastou o autor.

Stitches → livro que você emprestou e voltou irreconhecível:


Voltou irreconhecível? Voltou invisível, porque até hoje não o encontrei...

I Know What You Did Last Summer → personagem com passado conturbado:



Logan tem um passado conturbado e pesado.

There's Nothing Holdin' Me Back → livro que você devorou:



Meu primeiro contato com a Sarah foi maravilhoso!

Nervous → personagem nervosinho:



Reed Royal. Ou melhor dizendo, todos os irmãos Royal.
Lost In Japan → livro que te deixou perdido no começo da história:


Confuso é pouco, rs. De início, fiquei perdida! rs
In My Blood → livro que você levará para sempre:


Meu primeiro livro de leitura beta e para completar, meu nome está na orelha do livro.

Youth → livro que remeta sua infância:


Clássicos... Cresci lendo!

Bad Reputation → livro que parecia ser ruim, mas foi bom:



Depois do final de Will, muitos ficaram com o pé atrás, mas eu gostei muito dessa continuação.

E o que acharam? Qual a música/livro preferido de vocês? Deixem seus comentários!!!

- Alessandra Salvia

domingo, 16 de setembro de 2018

Série: The Resident

Olá amores!

Como vocês estão? Hoje, decidi falar sobre a minha queridinha do momento: The Resident que foi exibida pela FOX aqui no Brasil.



A primeira temporada está concluída e já houve renovação, esse mês mesmo teremos episódios inéditos. Só que agora, vamos falar sobre essa season 1 maravilhosa! 



Primeiramente, quem aqui ama uma série de médicos? O Dr. Conrad Hawkins é um charmoso, arrogante e habilidoso residente senior que juntamente com seu residente idealista, Dr. Devon e a enfermeira Nic enfrentam difíceis situações para salvar vidas. O grande problema, que além de decisões complexas e inteligentes, é necessário lidar com os erros médicos e as limitações administrativas de um hospital particular.

De primeira, você até pode confundir com Grey's Anatomy ou E.R. por ser um drama e cada episódio ter um caso clínico diferente, mas as problemáticas apresentadas ao telespectador são bem diferentes. "The Resident" traz o conflito moral e ético para seus plots. Conseguimos enxergar que um hospital particular pode sim salvar vidas, mas também tem como principal objetivo o lucro. E como os profissionais do ramo lidam com esse controle absoluto? Pois, se pararmos para pensar, um simples raio-x gera custos e esse embate com os planos de saúde não são fáceis de solucionar. Além dos fatais erros médicos que podem destruir pacientes, famílias e impactam diretamente na imagem e no psicológico dos médicos.



É uma série para se emocionar, para refletir e se viciar. Não é o tipo de enredo que te deixa cansada e sim que você precisa ver mais e mais e mais. É realista e traz esperança por mais que nem todos os pacientes consigam se curar! Tem cenas fortes para quem não pode ver sangue e cenas fofas com doguinhos animando crianças com câncer. *-*

Há também o romance entre Conrad e Nic, o que faz a gente se envolver ainda mais com a trama. É delicado e intenso. Não precisa de beijos ou cenas de sexo, apenas um toque de mãos ou um olhar já diz muito. A química dos personagens é ótima e algo que eu gosto muito na dinâmica de casal  é o quanto eles se completam, mesmo distantes. Acontecerão alguns atritos e decepções, porém há confiança no trabalho do outro. Essa 'entrega' é algo bem significativo quando nos deparamos com os casos apresentados, eles sabem do potencial deles e o trabalho em equipe torna-se fluído e interessante de assistir. Além do que, é sexy, pois Conrad é um daqueles crush's impossíveis de ignorar. E quanto mais arrogante, mais a gente gosta, porque ele pode ser o que quiser já que tem a inteligencia e a beleza necessárias de protagonista, rs. 



Outro personagem que quero destacar é a Dra. Mina que com sua excentricidade nos conquista! Ela é tão verdadeira e representa a luta de mulheres, negras e estrangeiras em um país tão complexo quanto os EUA. Seus diálogos até possuem um humor negro, só que não incomodam. Ela brilha com sua personalidade e perspicácia.



A presença de um vilão forte e contraditório também impacta o telespectadorDr. Bell consegue nossa antipatia logo na primeira cena do episódio piloto e no decorrer da temporada o ranço só aumenta. E o que falar da união de Bell com a Dra. Lane, uma especialista em oncologia? Achei muito boa a forma como essas pessoas podem ser heróis para um e a ruína de outros, me questionei a todo momento o que torna um médico confiável ou correto em seu diagnóstico? 

Desta forma, digo a vocês que não apenas o roteiro envolvente como também os personagens (principais e secundários) fazem de "The Resident" uma série sensacional com grande potencial para o futuro da TV norte americana, afinal, após vários cancelamentos e finalizações, sinto falta de uma série semanal de qualidade para assistir. Venha se emocionar com Corand, Nic e Devon, os episódios estão disponíveis no NET NOW.

Minha Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ (5/5) - Maravilhosa!

- Alessandra Salvia

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Setembro Amarelo: Suicídio

Olá amores!

Hoje o papo é sério e espero que, para muitos, seja relevante. Sei que muitas visualizações serão apenas para fofoca, mas eu decidi que não vou me incomodar com isso. Não hoje. Não agora. Não quando eu posso fazer a diferença na vida de alguém. Então vamos falar um pouco sobre a temática do mês: o suicídio.  


Tomei a decisão de me expor, não para gerar pena ou desabafar. Decidi porque você aí do outro lado pode estar passando por uma situação parecida e estar perdido (como um dia eu fiquei) é normal. Se você não sabe, meu pai morreu há alguns anos. E por muito tempo eu não falava o verdadeiro motivo para não ter que me explicar ou até mesmo por vergonha, não vou mentir (mesmo as pessoas comentando por trás, já que foi o que mais aconteceu, enfim... vamos voltar ao que interessa). Meu pai teve depressão. Uma depressão tão forte que em menos de 6 meses, ele cometeu o suicídio. Se eu sabia que ele tinha problemas? Sim, sabia. Se ele fazia acompanhamento com psicólogo? Sim, fazia. Mas ele não acreditava estar doente, porque não tinha nenhum sintoma físico, o que provavelmente o fez não seguir as recomendações médicas. Mas... E eu? O que eu podia fazer? Eu podia ter ajudado?

Na época, eu não tinha informação, não sabia como agir. Fiz aquilo que achava certo, tentei ao máximo mostrar meu amor incondicional, aquele amor cheio de admiração e orgulho, porém eu também estava me despedaçando e não conseguia aceitar que o meu pai, o meu porto seguro, estava fragilizado. Eu duvidava do seu amor por mim e até mesmo sobre quem eu era! Incrível dizer, mas era isso mesmo. Ele se depreciava e me depreciava por consequência. Eu vivi os piores momentos da minha vida em cada crise dele. Eu vi e ouvi coisas que as pessoas jamais deveriam. E me dói muito dizer que apenas depois da sua partida eu tenha entendido o que a depressão faz com as pessoas. 

Não era ele. Era a doença. Só que infelizmente, eu não consegui ajudar mais. Minha família mesmo não ajudou mais, porque também não sabia com o que estava lidando. A pedido do meu próprio pai, tudo era escondido, tudo era segredo. Sentíamos que estávamos no meio de um furacão, sem direção, sem certo ou errado. Em um momento a pessoa sorria e brincava, no outro se fechava e afastava tudo e todos, como isso poderia ser depressão? Eu não sabia que existiam altos e baixos, eu não sabia mais o que fazer para ajudar! Que Deus e meu pai me perdoem. Eu errei, pensei o pior ao invés de tentar ser mais presente. Se eu acho que isso mudaria algo? Às vezes sim, às vezes não, nunca saberemos o que poderia ter acontecido, só me apego ao diagnóstico do psicólogo para entender todo aquele turbilhão se sentimentos e decisões.


Antes, eu era uma adolescente despreocupada, eu só estudava, tinha um namorado e amigos na fase de sertanejos noturnos... NUNCA pensei que algo assim fosse acontecer comigo. Só que aconteceu e tudo mudou. Hoje, quero ajudar você que talvez esteja passando por uma situação igual a minha. Sei, melhor do que ninguém, que você aí também precisa de força, afinal, é muita responsabilidade e não precisamos lidar com tudo sozinhos.

Ter alguém próximo com depressão é complicado, porque muitas vezes ele não terá a consciência para ver que você permanece ali, firme ao seu lado. Então, infelizmente, você vai ouvir coisas que machucam. Você vai sofrer. Você vai ficar irritado. Você vai querer jogar a toalha para o alto. Isso é normal. O que faz a diferença é você ficar. É se manter presente e sua recompensa será o amor e mais momentos valiosos ao lado de alguém que poderia nem estar vivo. Um segundo faz a diferença e vale taaaanto a pena... Trocaria tudo por um único momento com meu pai novamente.


Para o outro, está difícil acordar de manhã e muitas vezes, uma mensagem de bom dia pode sim ajudar. Mostre que se importa. Demonstre. Pare de colocar a culpa na correria do dia a dia. Ligue. Abrace. Diga “eu te amo”. Seja o tipo de pessoa que você quer ter por perto. Entenda que esse mundo não existe competição de quem sofre mais ou de quem está mais “ferrado”. Valorize. Ajude. Estenda a mão ao outro sem segundas intenções.

É importante conscientizar as pessoas para elas pedirem ajuda? Sim. É sim. Mas é imprescindível conscientizar o outro que ele precisa ajudar

Estou postando isso hoje, não apenas pelo setembro amarelo. Mas também porque seria aniversário do meu pai. Dia 14 de setembro. E acho que ele ficaria orgulhoso de ver quem eu me tornei. Alguém que aprendeu a olhar para o lado e reconhecer que ninguém vive sozinho. 


Pai, eu quero fazer a diferença nesse mundo. Eu quero que sua história seja um exemplo de amor e não de tristeza ou rancor. Feliz Aniversário. ❤️ 


P.S.: E se você está passando por um momento triste, de desespero, de angústia... Não é um clichê dizer que você não está sozinho. Você realmente tem com quem contar só não consegue ver isso com clareza no momento. Lembre-se de uma frase que meu pai falava para mim: “tudo acaba bem, se não está bem é porque ainda não acabou”. Vamos à luta! A vida é bonita demais para você se deixar levar pela escuridão. Você REALMENTE não está sozinho. 

Número de auxílio a depressão: 188. A ligação é gratuita.



- Alessandra Salvia

terça-feira, 11 de setembro de 2018

TAG: James Bay Book Tag

Olá amores!


Conheci James Bay por 'Hold Back The River', mas ele é um cantor muito maior que esse hit e quando a Priih do Infinitas Vidas me indicou a TAG criada por ela mesma, eu fiquei muuuuuito feliz! Então, bora misturar duas paixões? Música e livros!
james bay book tag
Wasted On Each Other - Aquele casal cujo romance foi cheio de altos e baixos.
Resenha AQUI.

Pink Lemonade - Um livro que te decepcionou.
Não sei se vocês gostariam da resenha da obra, mas ela não foi o que eu esperava, então acabei nem comentando mais sobre.

Wild Love - Um livro pelo qual você se apaixonou completamente.


Resenha AQUI.

Us - Um livro com uma mensagem inspiradora.


Resenha AQUI.

In My Head- Aquele livro cujo final te deixou refletindo por dias.


Não apenas o final, mas todo o livro. Que forte! Resenha AQUI.

Just For Tonight - Um livro que você leu numa sentada.
Leitura deliciosa e emocionante. Resenha AQUI.


Wanderlust - Um livro ambientado em um lugar que você gostaria de conhecer.


Ainda não li, mas quero muito conhecer a Grécia!
I Found You - O livro mais desejado da sua estante.
AINDA não está na estante.

Stand Up - Um personagem que evolui durante a trama.


Lily passou por muitas provações e realmente evoluiu. Resenha AQUI.

Fade Out - Uma leitura que você abandonou.
Ouvi muitos elogios a Nana, mas ela não me conquistou. Linguagem pesada não me agradou em nada.


Slide - Um livro de um estilo diferente do que você costuma ler.
Estou começando a me aventurar no gênero fantasia e estou amando! Resenha AQUI.

AAAA, quanto amor!!! Gostaram? Vou indicar todos que são fãs do cantor e se você quiser conhecê-lo, corre para o Spotify!!! É maravilhoso!
- Alessandra Salvia