quarta-feira, 29 de julho de 2015

Música: Covers Favoritos

Olá pessoas!

Hoje o post é sobre música, coisa não muito comum aqui no blog, porém quero trazer com mais frequência já que é algo que realmente me envolve, me faz viajar e relaxar. Agora vou trazer para vocês 5 covers de músicas famosas que eu AMO de paixão, talvez até mais que as versões originais (nem todos os casos, mas alguns sim HAHA). São elas:

Demons - Boyce Avenue (Original: Imagine Dragons)



Wherever You Will Go - Charlene Soraia (Original: The Calling)




Stay With Me - Meghan Trainor (Original: Sam Smith)





Blank Space - Tyler Ward (Original: Taylor Swift):



Stay - Thirty Seconds To Mars (Original: Rihanna)


Espero que vocês gostem!

- Ale

domingo, 26 de julho de 2015

Resenha: O Projeto Rosie

Olá pessoas!

Hoje a resenha é sobre um livro que li em e-book e estou MALUCA atrás do físico, porque necessito deste exemplar na minha estante. Chama-se "O Projeto Rosie" escrito por Graeme Simsion publicado pela Editora Galera Record no Brasil. Vamos a sinopse?

"Para se ter a vida de Don Tillman, não é preciso muito esforço. Às terças-feiras come-se lagosta com salada de wasabi (seguindo um roteiro com refeições padronizadas que evitam o desperdício de ingredientes e de tempo no preparo); todos os compromissos são executados de acordo com o cronograma – alguns minutos reservados para a prática do aikido e do caratê antes de dormir; uma hora para limpar o banheiro; três dias da semana reservados para suas idas à feira – e se, apesar dessa programação, algum desagradável contratempo surgir em sua rotina, não há nada que não possa ser solucionado com meia hora de pesquisa científica. 
Exceto as mulheres.
Até o momento, a única coisa não esclarecida pelos estudos no campo de atuação de Don, a genética, é o motivo para sua incapacidade de arrumar uma esposa. Uma namorada ao menos? Ou até mesmo uma amiga para somar ao seleto grupo de amigos de Don, formado por Gene, também professor na universidade, e a mulher dele, Claudia, psicóloga e esposa muito compreensiva.
Para solucionar esse problema do modo mais eficaz, Don desenvolve o Projeto Esposa, um questionário meticuloso que irá ajudá-lo a filtrar candidatas inadequadas a seu estilo de vida: fumantes JAMAIS, e mulheres que se atrasam por mais de cinco minutos ou que usam muita maquiagem estão fora dos critérios pouco flexíveis que o levarão à mulher ideal.
O único problema é que um questionário desse tipo exige tempo e dedicação, duas coisas que começaram a diminuir exponencialmente no cotidiano de Don desde que ele conheceu Rosie: fumante, vegetariana e incapaz de chegar na hora marcada. Ou esse era o único problema até Rosie entrar na vida de Don e – despretensiosamente, uma vez que ela nunca se candidatou ao Projeto Esposa – mostrá-lo que a mulher ideal não existe, mas o amor, sim." (Fonte: Skoob)


O que eu achei?

Inicialmente, você pensa que o tal Projeto Esposa será o foco do livro, até que Rosie aparece e vira a vida de Don de cabeça para baixo. E a leitura fica ainda mais divertida e envolvente do que nunca. Consegui dar gargalhadas, suspirar e me emocionar no decorrer do livro.

Meio "The Big Bang Theory" com um toque de "O Lado Bom da Vida", esse livro me pegou de jeito! Não conseguia largar e ao mesmo tempo não queria terminá-lo. Rosie e Don são excelentes personagens, é uma leitura inteligente, porém muito leve. Por mais que Don seja um personagem "quadrado" e Rosie liberal, você consegue ora se identificar com um, ora com outro.

E para você entender o que digo quanto a leitura inteligente, Bill Gates já leu e disse que foi um dos melhores livros que ele leu esse ano. Claro, obviamente eu não colocaria esse livro como um dos favoritos de Bill Gates, mas se ele disse, eu acredito (veja a matéria AQUI!), até porque realmente foi um dos melhores livros que li esse ano também

Outra informação importante é que já existe uma continuação dessa história (infelizmente, ainda não foi publicado no Brasil, mas será no segundo semestre de 2015) chamada "O Efeito Rosie".

Teremos também uma adaptação cinematográfica já confirmada. Jennifer Lawrence interpretará Rosie e eu digo: não existiria melhor atriz para o papel. Para Don, ainda não temos ator confirmado, mas quando tivermos notícias, avisarei vocês!

Sendo assim, posso dizer que é um dos meus livros favoritos. Leve, irreverente, leitura bem gostosa e divertida. Vale muito a pena!

Minha Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ FAVORITO!
- Ale

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Série: Demolidor

Oi Pessoal,

Hoje a dica é da "nova" série do Netflix, "O Demolidor". São apenas 13 episódios que eu assisti em um suspiro, para ser sincera. Essa resenha estava pronta já faz um tempinho, mas eu sempre coloco outro post na frente, mas hoje ela saiu!

Sinopse: 
"Matthew Michael Murdock (Charlie Cox) é um jovem atleta e excelente aluno. Ainda na adolescência, um acidente envolvendo um caminhão que carregava lixos tóxicos o deixou cego e fez com que ele desenvolvesse vários sentidos. Quando Matt decide vestir o uniforme e adotar o nome "Demolidor" (Daredevil), leva uma vida dupla: é advogado durante o dia, e, à noite, protege as ruas de Hell's Kitchen, seu bairro em Nova York." (Fonte: Adoro Cinema)

É importante ressaltar que Matt tem seu melhor amigo Foggy Nelson como parceiro no escritório de advocacia. Porém como são novatos não possuem clientes, e para serem reconhecidos no mercado de trabalho, eles pegam o seu primeiro caso de graça: Karen Page é uma moça acusada de assassinar o colega de trabalho. 


Matt usa dos outros sentidos (audição principalmente) para ser um herói daqueles que te deixa de boca aberta! Ok, ele apanha MUITO e sempre, mas ele é bom no que faz, HAHA.

A série é MUITO bem feita. Escura, bem sombria, mas totalmente incrível. Daquelas que você assiste de noite e não consegue parar e vai madrugada adentro. Personagens marcantes e diálogos bem elaborados. Acho meio viajado, principalmente nas cenas de luta, mas é um filme né? Tudo pode ser possível!

Outra palavra que descreve a série é: violência. Não chega a ser um Game Of Thrones, mas a quantidade de mortes, sangue e luta é absurda. O 'Demolidor' é um ninja mascarado que já chega batendo e deixando o suspeito no chão e depois faz as perguntas. 

Ponto alto da série? Me envolvi emocionalmente com a infância de Matt, ao descobrir histórias do seu passado me ajudou a entender mais quem ele se tornou e o porquê disso. 

Abaixo vou colocar o trailer para quem se interessar:



A Netflix já confirmou outra temporada da série e tem planos para crescer ainda mais esse universo com a Marvel e fazer a série dos "Defensores", como falei em posts passados, porém ainda não temos muitas informações. Apenas sabemos que teremos o Justiceiro e Elektra já escalados para a próxima temporada:



Minha classificação: ♥ ♥ ♥ ♥

Quem aí já viu a série? Quem quer ver? \o/

- Ale

sábado, 18 de julho de 2015

Resenha: Por Lugares Incríveis

Oi pessoal,

Minha história com o livro de hoje começou quando eu e minha mãe estávamos andando pela Saraiva. Eu olhei a capa e me chamou atenção, antes mesmo de eu ler a sinopse, uma atendente que nunca vi (e olha eu que eu vivo naquela Saraiva) passa por mim e diz: 'esse livro é ótimo'. E vai embora. O livro se chama "Por Lugares Incríveis" da autora norte americana Jennifer Niven publicado pela Editora Seguinte.

Sinopse:
"Dois jovens prestes a escolher a morte despertam um no outro a vontade de viver.
Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.
Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los." (Fonte: Skoob)

O que eu achei?

Demorou mais ou menos duas, três semanas para eu me convencer que devia lê-lo e assim começa meu sofrimento. O livro aborda um tema bem complicado para mim. Ambos os personagens, Finch e Violet pensam no suicídio. Finch chega até mesmo a trazer informações reais sobre estatísticas e situações específicas. E pouquíssimas pessoas sabem, mas eu tenho um caso de suicídio na minha família. Ou seja, todo esse livro me trouxe memórias e dor. A cada capítulo, a cada palavra do Finch eu me via no passado, naquele momento em que eu tentei salvar a vida de alguém que não quis ser salvo.

Violet surge como uma esperança para Finch. O relacionamento dos dois me envolveu, torcia para a melhora de ambos e ver a evolução de Violet me fez sorrir. Eu queria parar de ler. Queria mesmo, mas eu não conseguia. O romance dos dois foi tão bonito, a interação entre eles (vários diálogos eram por citações) e eu sentia que precisava vencer isso. Chegar a última página. Muitas vezes senti que lia um livro de John Green, a forma de escrita e condução da história. 

Não foi fácil, me identifiquei com Violet, principalmente na fase 3 do livro. Eu chorava taaaaanto, me sentia próxima aos personagens. Me sentia ali dentro. E quando eu terminei me senti mais forte, senti que podia melhorar e que no final das contas, talvez a culpa não seja minha. 

Finch e Violet trouxeram dor para mim, mas também me trouxeram um pouco de paz. Me fizeram entender que as coisas poderiam ser diferentes, mas não dependia só de mim. 

Não sei se é um livro que recomendo para todos, é uma ótima história, mas tem o poder de mexer com o psicológico das pessoas. O que talvez seja bom se você já pensou em fugir da realidade. Quer uma dica? Procure alguém para conversar, no final do livro a autora coloca nomes, sites, telefones de lugares para você ver que não está sozinho. E pode sim melhorar. 

Um livro forte que te faz uma pessoa diferente quando você acaba de lê-lo.

Quero a sinceridade agora de vocês. O que acharam da dica de hoje?

Minha classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ (e como eu chorei, quer dizer que é um dos meus favoritos)!

- Ale

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Melhores Momentos: Comic Con 2015

Olá pessoal!

Esse final de semana teve a Comic Con em San Diego nos EUA. Vááááários painéis incríveis, trailers lançados, personalidades passando por lá. Hoje eu vou citar os melhores momentos desse evento. Quem me acompanha pelo twitter (ainda não me segue? Clica AQUI!) viu que eu fiz a cobertura "ao vivo" com a ajuda do site Omelete, mas vamos a recapitulação dos melhores momentos:

A Esperança - O FINAL:

Esse foi o painel mais esperado para mim e logo o primeiro. Novidades que descobrimos? Vamos lá:

1 - Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson e Liam Hemsworth realmente são amigos e disseram que o mais difícil com o final da série é separação desse elenco;
2 - Jen disse que ficou com o casaco de couro e as botas da personagem Katniss como recordação;
3 - Josh deixou escapar que haverá mais filmes sim envolvendo a história da Susanne Collins, mas foi fuzilado com o olhar por Jen e Liam e a própria Lionsgate já tirou o vídeo do ar;
4 - Houve a exibição do trailer, porém ainda não foi liberado para nós, meros mortais que não fomos a Comic Con;

The Walking Dead:

1 - A sexta temporada da série estreia dia 11/10/2015 e será exibida no Madison Square Garden;
2 - O episódio 06x01 terá 90 minutos e terá a maior quantidade de zumbis comparada aos outros episódios da série;
3 - Temos trailer sim! Veja:


Game Of Trones:

1 - Nenhuma novidade, apenas confirmaram que aquele personagem que você sabe qual é realmente morreu e não voltará;


Batman v. Superman:

Eu não sei o que falar, só sentir. Meu coração acelerou só com esse maravilhoso trailer. Ben Affleck, eu te amo!


Deadpool:

1 - Segundo relatos, o trailer está sensacional e superou a animação do público de Batman v. Superman, porém ainda não temos o trailer original exibido (há no youtube o trailer filmado diretamente da Comic Con, porém em respeito a FOX, não colocaremos aqui);


X-Men - Apocalypse:

1 - Não tivemos muitas novidades, nem trailer, nem informação útil sobre o enredo. Houve a exibição de um teaser, porém não foi disponibilizado ainda;
2 - Hugh Jackman ficou sem cadeira e sentou no colo de Jennifer Lawrence;
3 - Houve uma selfie épica com Stan Lee, turma do X Men, Quarteto Fantástico e até mesmo o Gabit aparece:

Arrow:

1 - Saiu o novo uniforme do Arqueiro Verde:


E você, o que mais gostou dessa Comic Con? O que te empolgou mais? Lembrando que esses foram meus melhores momentos, tem muito mais lá no twitter, como Flash, Legends of Tomorrow, Gotham...

- Ale

sábado, 11 de julho de 2015

Cinema: Cidades de Papel

Olá amores!

Hoje vim falar sobre a estreia da semana: Cidades de Papel estreou nos cinemas dia 09 de julho e vim falar um pouquinho sobre o que eu achei. Caso queira ler minha resenha do livro, eu fiz na época em que li, ou seja, quase um ano atrás, mas é só clicar AQUI!

Para quem ainda não sabe a história, nada melhor do que o trailer né?


O que eu achei?

Eu amo assistir algo que li, é como tornar minha imaginação realidade. Mas esse filme especialmente não estava me animando muito, infelizmente quando me lembro da história que li penso que não consegui me emocionar e ao comparar com os outros livros de John Green é o que menos gostei.

Mas ao assistir uma entrevista em que o autor diz que o filme é melhor que o livro, eu me animei um pouco. E para ser sincera, não vi muitas diferenças positivas. O filme é uma dose de realidade para qualquer pessoa que o assiste, como eu esperava. Valoriza as amizades e é engraçado. Faz várias referências legais, como Game of Thrones e Pokemon. Mas só.

Esperava atuações mais envolventes, mas vi Cara Delevingne sendo ela mesma, queria algo mais dramático talvez. E o próprio Nat Wolff foi meio sem sal, gostei mais dele em "A Culpa é das Estrelas". Mas basicamente é um bom filme, o que mais se sobressai para mim é essa realidade que o filme trás, a verdade e fidelidade a vida. Nem sempre as pessoas são como esperamos que elas sejam e nenhum filme mostra isso da forma como Cidades de Papel nos mostrou. 

Sei que vai chover críticas nos comentários, mas não é o tipo de filme que dá para se ver mais de uma vez. 

Minha classificação: ♥ ♥ ♥

- Ale

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Resenha: Estilhaça-me

Olá pessoal!


Hoje a resenha é sobre o primeiro livro de uma série: "Estilhaça-me" da autora Tahereh Mafi publicado pela Editora Novo Conceito. Vamos a sinopse?


"Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro." (Fonte: Skoob)

O que eu achei?

Não é segredo que eu amo distopias e sempre busco novas para ler. Neste caso, peguei sem recomendações mesmo, gostei da sinopse e comprei em uma promoção no site da Americanas. Ao começar a leitura, eu gostei da personagem Juliette, a escrita da autora é em primeira pessoa, mas diferente do que eu já havia lido. Com frases riscadas, como se fossem pensamentos escondidos e proibidos da personagem. Além da repetição de palavras ou frases para mostrar a entonação e sentimento no enredo (essa repetição me irritou em algumas horas, mas achei uma forma de escrita bem diferente).

No decorrer da história, comecei a cansar dos dramas da protagonista. Juliette reclama demais e a história não consegue se consolidar. Warner é um vilão que tinha tudo para ser aquele vilão cativante, sabe? Mas os motivos e explicações do personagem são tão secundários que você não sabe o que pensar sobre ele. Faltou argumentos o suficiente para me fazer acreditar nessa nova sociedade.

A premissa me atraíu tanto, mas infelizmente a abordagem e continuidade da história me decepcionaram um pouco. Irei ler as continuações, mas não com a expectativa que eu tinha. Minha esperança é a série de televisão que já foi confirmada pelo canal americano ABC, a autora (foto ao lado) Tahereh Mafi será consultora de produção.

Ao todo, foi uma obra ok. Teve drama e suspense, mas não é uma distopia inovadora e que me arrancou o fôlego. Acredito que poderia ser bem melhor construída, mas vamos ver como se desenrola o restante da história.

Minha classificação: ♥ ♥ ♥

E você? Jé leu? Quer ler? Me conta!

- Ale

sábado, 4 de julho de 2015

Discussão: Morte de Personagens

Olá pessoas!

Resolvi escrever esse post para abordar um assunto polêmico para nós, fã de séries de televisão. Recentemente a internet foi invadida por spoilers sobre a morte de um grande personagem em Grey's Anatomy e também da season finale de Game of Thrones. Mas não se preocupem que não citarei nomes e spoilers. Apenas vou perguntar para onde essas histórias caminham. Não vale a pena discutir aqui as mortes em Game Of Thrones e The Walking Dead, por exemplo. Todos sabemos que as mortes tem motivos e consequências importantes para a história. Porém em casos de Grey's e de The Vampire Diaries, o que a saída de um personagem significativo acarreta?

Quem se lembra de The O.C? A série foi ao ar de 2003 a 2007 e tinha Marissa Cooper como uma das protagonistas. Sua interprete, Mischa Barton, decidiu sair da série na terceira temporada por não ser mais uma 'atmosfera saudável' (palavras da atriz). Infelizmente, a série não foi muito longe e só teve mais uma temporada (e ainda mais curta que o normal, 16 episódios, para dar aos fãs um final adequado).

Já a saída desse grande personagem de The Vampire Diaries já era esperada. Quando os atores assinaram o contrato do projeto, eram 6 anos. Claro que quando você faz uma série já existe a possibilidade de estender esse contrato, porém a atriz que saiu já tinha dito que não faria sua personagem para o resto da vida. E sendo assim, não estará presente na sétima temporada da série.

Outro caso parecido com TVD, mas que ainda não perdeu protagonistas é Supernatural. O produtor tinha a história original em 5 temporadas apenas. Era um sucesso? Era. Então vamos renovar para a sexta! Sabe o que o autor fez? Largou a série, disse que o projeto dele era aquele e não queria estragar sua obra. A audiência continuou boa, porque a série possui fãs fiéis, mas que a qualidade da série caiu absurdamente, isso caiu.

E aí que eu chego onde queria chegar. Por que estender tanto um projeto a ponto de perder a qualidade e os próprios atores perderem a motivação de interpretar seus personagens? Isso não desmotiva até mesmo os fãs? Vale a pena acabar a série rápido demais ou inventar histórias sem cabimento só para ter lucro? Quem acompanha TVD sabe o quanto essa sexta temporada foi enrolada e sem histórias envolventes. 

A lição que eu tiro disso é que o capitalismo compromete até mesmo a qualidade da história! Não acho errado atores saírem em busca de outras realizações e projetos, mas é errado estender algo só porque a audiência é alta o bastante. Qualidade caí, finais corridos, personagens perdidos buscando o nada. Vale a pena alterar um projeto para ter um futuro assim? Queria saber a opinião de vocês!

AH, mas eu sou o tipo de pessoa que sofre sim, que chora, se descabela e fica mal por dias. Então, por favor, roteiristas, atores e produtores: pensem duas vezes antes de matar alguém que eu amo!



- Ale

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Músicas para Cantar Junto

Oi amores!

Vamos cantar juntos? Hoje vou selecionar 5 músicas que eu AMO cantar junto com o interprete, que eu aumento o volume e solto minha voz sem medo de ser feliz. Essa ideia surgiu depois de eu estar cantando no meu trabalho e meu chefe vir me dizer que eu não canto bem. HAHAHAHA

E para quem não sabe, eu já fui 'convidada a me retirar' do coral da igreja. Mas isso não me impede de eu ser eu mesma e me tornar uma Beyoncé quando eu quero. HAHAHAHA Vamos a lista então?

1 - Let It Go - Idina Menzel: 



2Love Me Like You Do - Ellie Goulding:


3 - Demons - Imagine Dragons:


4 - Blank Space - Taylor Swift:


5 - Thinking Out Loud - Ed Sheeran:



E você? Canta junto com quem?

- Ale